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20.Outubro.2014
Introdução
 
O câncer da mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres no Brasil, excluindo 
o câncer de pele não melanoma. A Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil, para o ano de 
2014, aponta 57.120 casos novos de câncer da mama, com risco estimado de 52 casos a cada 
grupo de 100 mil mulheres, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) - Diretrizes para a 
Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil.
 
No Brasil, embora exista uma grande heterogeneidade na distribuição de casos novos e 
mortes de câncer de mama, as maiores taxas de incidência e mortalidade ocorrem nas Regiões 
Sul e Sudeste e as menores taxas nas Regiões Norte e Nordeste (INCA, 2014).
 
A detecção precoce compreende duas estratégias (1) o diagnóstico precoce - abordagem 
de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença - e o rastreamento (2) - aplicação de teste ou 
exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com o objetivo de identificar 
lesões sugestivas de câncer. 
 
Detecção Precoce
 
É importante que as mulheres, independentemente da idade,  conheçam seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Ao identificarem alterações suspeitas, devem procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação profissional.
Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que a mulher faça exames de rotina de acordo com a sua idade. Esses exames podem ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. No Brasil, as orientações para detecção precoce do câncer de mama são:
 
Mulheres de 40 a 49 anos
Realizar o exame clínico das mamas anualmente.
Mulheres de 50 a 69 anos
Realizar exame clínico das mamas anualmente e mamografia a cada dois anos.
 
Mulheres com risco elevado para câncer de mama (caso na família de câncer de mama masculino; ter parente de primeiro grau [mãe, irmã, filha] que teve câncer de mama antes dos 50 anos; parente com câncer de mama bilateral (nas duas mamas) ou no ovário, em qualquer idade)

• Obesidade, principalmente após a menopausa;
• Sedentarismo (não fazer exercícios);

• Sobrepeso;
• Consumo de bebida alcoólica;
 
• História familiar de câncer de mama e ovário, principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos;
• Alteração genética;
 
A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.
 
Amamentação, prática de atividade física e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal são fatores de proteção e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.
 
Nós apoiamos essa ideia! #clube4academia #outubrorosa2014 #CancerDeMama
 
Fonte: INCA (Intituto Nacional do Câncer - http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/inca/portal/home
INCA (Instituto Nacional de Câncer) - Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil.