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08.Outubro.2014

Até o final de outubro a Clube4 Academia inicia a sua campanha contra o uso de esteroides anabolizantes em valor da vida.

Toda semana teremos informações no nosso blog, mídias sociais e nos murais da academia.

Nos acompanhem e nos ajudem a divulgar a importância do treino consciente e da prática orientada dos exercícios físicos.

#valorizesuavida

08.Outubro.2014

Terma: Efeitos adversos no fígado

 

O Impedimento da função excretora do fígado, resulta em  icterícia, que tem sido associada ao uso de anabólicos esteroides.

Icterícia é o nome dado a um sinal clínico caracterizado pela coloração amarelada de pele, devido a um aumento de bilirrubina no sangue.

A possível natureza da causa-efeito dessa associação é reforçada pela observação da redução da icterícia após a descontinuidade da droga .

 

A mais séria complicação hepática associada ao uso de esteroides androgênicos é a peliose hepática (cistos hemorrágicos no fígado de etiologia desconhecida) e tumor hepático.

Tumores hepáticos têm sido associados ao uso de anabólicos esteroides androgênicos em indivíduos que receberam essas drogas como parte da estratégia de tratamento. Esses tumores são geralmente benignos, mas existem lesões malignas associadas ao uso dessas drogas.

Existe um estudo de caso de um  fisiculturista de 26 anos que foi a óbito por câncer hepático após uso abusivo de uma variedade de anabólicos esteroides por 4 anos (OVERLY. W. L.. J. A. DANKOFF. B. K. WANG. and U. D. SINGH. Androgens and hepatocellular carcinoma in an athlete. Ann. Intern. Med. 100: 158-159, 1984.)

Em resumo, testes têm mostrado que a função hepática é adversamente afetada pelo uso de anabólicos esteroides.

Drogas utilizadas para potencializar o rendimento muscular podem provocar lesões no corpo e levar até a morte. E é crime.

 

#valorizesuavida

15.Outubro.2014

Efeitos adversos no sistema cardiovascular.

O esteroide induz modificações que podem afetar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares incluindo hiperinsulinemia, alteração de tolerância à glicose (2), decréscimo nos níveis de HDL colesterol (3,4) e elevação da pressão arterial (1). Esses efeitos são variáveis de indivíduo para indivíduo em diferentes situações clínicas.

Os efeitos dos anabólicos esteroides androgênicos são degenerativos e potencialmente perigosos para o sistema cardiovascular.

Referências Bibliográficas

1. MESSERLI, F. H. and E. D. FROHLICH. High blood pressure: a side effect of drugs, poisons, and food. Arch. Intern. Med. 139: 682-687, 1979.

2. WOODARD. T. L.. G. A. BURGHEN. A. E. KITABCHI. and J. A. WILIMAS. Glucose intolerance and insulin resistance in aplastic anemia treated with oxymetholone. J Clin.Endocrinol. Metab. 53: 905-908, 1981.

3. OLSSON, A. G., L. ORO, and S. ROSSNER. Effects of oxandrolone on plasma lipoproteins and the intravenous fat tolerance in man. Atherosclerosis 19: 337-346.1914.

4. STRAUSS, R. H., H. E. WRIGHT, G. A. M. FINERMAN,and D. H. CATLIN. Side effects of anabolic steroids in weight-trained men. Phys. Sports Med. 11(12): 87-96,1983.

30.Outubro.2014

Efeitos adversos no sistema reprodutivo masculino

Os efeitos dos anabólicos esteroides androgênicos no sistema reprodutor masculino são oligoespermia (pequeno número de espermatozoide) e anospermia (falta de espermatozoide no sêmem), redução do tamanho testicular, aparência anormal no material da biópsia muscular e redução na testosterona e hormônios gonadotróficos. Esses efeitos foram mostrados em estudos de treinamento (1,2,3), em estudos em voluntários normais (4), em ações terapêuticas (5), e em estudos em atletas que usaram anabólicos esteroides androgênicos (6,7,8). Na vista dessas alterações observadas no eixo. As modificações nesses hormônios são originalmente reversíveis após cessar o tratamento, mas os efeitos a longo prazo da alteração ainda permanecem desconhecidos.

Referências Bibliográficas

1. CLERICO, A., M. FERDEGHINI, C. PALOMBO, et al. Effects of anabolic treatmenton the serum levels of gonadotropins, testosterone, prolactin, thyroid hormones and myoglobin of male athletes under phvsical training. J. NucIear Med. Allied Sci. 25:79-88,1981.
2. HERVEY, G. R., I. HUTCHINSON, A. V. KNIBBS, et al. Anabolic effects of methandienone in men undergoing athletic training. Lancet 2: 699-702, 1916.
3. STROMME, S. B., H. D. MEEN, and A. AAKVAAG. Effects of na androgenicanabolic steroid on strength development and plasma testosterone levels in normal males. Med. Sci. Sports 6: 203-208, 1974.
4. HELLER, C. G., D. J. MOORE, C. A. PAULSEN, W. 0. NEWN, and W. M. LAIDLAW. Effects of progesterone and synthetic progestins on the reproductive physiology of normal men. Fed. Proc. 18:1057-1065, 1959.
5. HOLMA, P. and H. ALDERCREUIZ. Effect of an anabolic steroid (metandienon) on plasma LH, FSH, and testosterone and on the response to intravenous administration of LRH. Acta Endocrinol. 83:856-864, 1976.
6. KILSHAW, B. H., R. A. HARKNESS, B. M. HOBSON, and A. W. M. SMITH. The effects of large doses of the anabolic steroid, methandrostenolone, on an athlete. Clin.Endocrinol 4: 537-541, 1975.
7. REMES, K., P. VUOPIO, M. JARVINEN, M. H ARKONEN, and H. ADLERCREUTZ. Effect of short-term treatment with an anabolic steroid (methandienone) and dehydroepiandrosterone sulphate on plasma hormones, red cell volume and 2,3-diphosphoglyc-erate in athletes. Scand. J. Clin. Lab. Invest. 37: 577- 586, 1977.
8. THOMSON, D. P., D. R. PEA&N, and D. L. COSTILL. Use of anabolic steroids by national level athletes. Med. Sci. Sports Exerc. 13: 111, 1981. (Abstract).